Num Dezembro... (Ana Echevnguá)
Puxa, e hoje começa novamente o Dezembro, as festas de Natal!
Por que me lembrei disso agora?
Foi num dezembro – com
luzinhas coloridas piscando em todo canto - que ele me disse que queria um tempo, que
nosso caso de amor não estava fazendo bem pra nós... A xícara do café recebeu
as minhas lágrimas!
Um tempo? Uma eternidade... Sem perguntar nada, ele decidiu
nossas vidas assim; e foi embora, sem deixar rastros, como
o trenó do Papai Noelas folhas que se desprendem das árvores...o
trenó do Papai Noel... sem nunca mais voltar.
Ah! Lembranças que eu insisto em cultivar! Que se mesclam
com a saudade de um tempo de alegrias, aconchegos,
descobertas, insanidades... de um tempo que me ensinou tanta coisa!
Outro dia, lendo algumas citações de Tolstoi, gostei dessa:
"diante de uma perda amorosa não vale a pena se matar por amor; nem se
desesperar; arranje outro amor".
Ai, Tolstoi querido... me ajuda aí! Será que chegou a hora de
mandar a tristeza embora, guardar essas lembranças como um bom aprendizado... e buscar um novo amor?!

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