Hoje é dia de festa para a música clássica: aniversário de Wolfgang Amadeus Mozart. Nasceu em 27/01/1756,
em Salzburgo, na Áustria.
Em 35 anos de vida, escreveu mais de 600 obras, incluindo a ópera
A Flauta Mágica e As Bodas de Fígaro.
1. Sua música é "remédio" sonoro, segundo a Psicologia.
O termo "Efeito Mozart" ficou famoso nos
anos 90 e, embora algumas promessas (como a de que ouvir Mozart te deixa mais
inteligente) tenham sido moderadas pela Ciência, os benefícios terapêuticos são
reais e documentados.
A música de Mozart é conhecida por sua extrema clareza,
equilíbrio e transparência, seguindo estruturas matemáticas e lógicas
que o cérebro humano adora. Isso ajuda a:
- reduzir
a ansiedade.
- organizar
o pensamento espacial.
- proporcionar
uma sensação de previsibilidade e segurança.
2. O Ritmo do Coração
Muitas composições de Mozart mantêm um tempo de cerca de 60
a 70 batidas por minuto, ritmo muito próximo da frequência cardíaca em
repouso de um adulto saudável. Assim, pode induzir o corpo a relaxar
fisicamente, diminuindo a pressão arterial e os níveis de cortisol (o hormônio
do estresse).
3. Aplicações Terapêuticas Reais
Hoje, a música de Mozart é utilizada de forma prática em
diversos contextos:
- Neurodivergência:
ajuda no foco de pessoas com TDAH e no processamento sensorial de crianças
no espectro autista.
- Epilepsia:
estudos mostram que certas peças (como a Sonata para Dois Pianos em Ré
Maior, K. 448) podem reduzir a frequência de descargas epilépticas em
alguns pacientes.
- Performance
Cognitiva: é amplamente usada como música de fundo para estudo e
trabalho profundo, pois estimula o cérebro sem distraí-lo com letras ou
variações bruscas de volume.
Ana Echevenguá. Terapeuta
Positiva.

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