Divórcio energético
Quantos relacionamentos não terminam de verdade porque os
‘laços invisíveis’ ainda não foram cortados? Você já viu algo assim?
Especialmente quando os casais têm filhos
ou pets em comum.
Ocorre a separação de corpos, de bens... no papel, na frente
do juiz ou até informalmente. E o casal continua grudado, vinculado por cobranças
constantes, mágoas, dores, lembranças amargas... e isso gera uma energia tóxica
que os aprisiona mutuamente e contagia quem está por perto, especialmente os filhos.
Já ouvi muitas vezes em meus atendimentos: “... não consigo esquecer, parece bruxaria,
ele não sai da minha cabeça...”. Ou “... separei, mas ele continua me
controlando, vigiando, tentando me manipular à distância...”.
Isso tem cura? Claro que sim. A terapia do divórcio
energético, por exemplo, é libertadora porque libera um parceiro das energias do
outro e vice-versa. Traz leveza aos pensamentos e à energia vital dos
separados... sem milagre, sem mágica...
Detalhe importante: é necessário que o casal queira
realmente se libertar. Muitas vezes, percebe-se que estão viciados neste ‘grude tóxico’.
Aquele que ainda não entendeu que o relacionamento acabou e
quer se libertar realmente precisa, inicialmente, aceitar a si mesmo do jeito
que é. Depois, aceitar o ex-parceiro do jeito que ele é, sem ilusões. E, por
fim, aprender a ressignificar a dor do passado.
É fácil? Não; mas é
fácil. Mas é possível. É um processo lento de autocuidado e de autoamor.
Se você está vivendo algo parecido, busque o Divórcio
Energético. E se liberte de uma vez por todas desse ‘grude’ que está comprometendo negativamente sua saúde
física e emocional.
Ana Echevenguá. Terapeuta Positiva.

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