Ansiedade:
como gerenciar o mal do século?
Às vezes,
ansiedade pode até ser normal: aquele friozinho na barriga à espera do
namorado, as expectativas às vésperas do vestibular... Mas é forte indicativo de
doença quando a angústia e inquietação tornam-se excessivas, quando os
sentimentos interferem negativamente no cotidiano.
Vivemos com medo...
medo do futuro, medo do inesperado, medo dos fantasmas do passado...
assombrados, sem entender que o presente é o único momento em que é possível
ser feliz, realizado, relaxado...
Assim, o nosso ‘Eu’ -
que deveria representar a nossa capacidade de escolha, de autonomia -, perdeu
suas habilidades mais importantes. Deixou de ser protagonista da própria
história, gestor das suas próprias emoções, conforme explica o psiquiatra
Augusto Cury.
Parece que nosso ‘Eu’
robotizou-se: passa os dias absorvendo o excesso de informações que recebe, sem
encontrar tempo pra apreciar os momentos de lazer, de beleza, de felicidade...
Perdemos a nossa
capacidade de criar, de cocriar porque a frase predileta é: “não tenho tempo!”
Além disso, há os
excessos que turbinaram a ansiedade do século XXI: excesso de atividade, de
trabalho, de informação, excesso de lixo mental...
Como
resolver?
Devemos cuidar
amorosamente do Planeta Mente, entendendo, primeiramente, que somos seres
humanos únicos, belos, dotados de vários dons e qualidades...
“Vós sois deuses!”
– disse-nos Jesus.
Após, precisamos
aprender a reeditar nossa memória, a reciclar os estímulos estressantes,
perdas, contrariedades, ideias perturbadoras... Tudo passa e tudo isso também
passará!
A
pergunta que não quer calar: você se ama? Você se cuida?
Se a resposta for
negativa, quem sabe não chegou finalmente o momento de nos reinventarmos, dando
início a um tórrido caso de amor conosco?
Ana
Echevenguá. Terapeuta Positiva.

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