Meditando sobre a morte
Ontem,
um amigo querido morreu. Uma névoa de tristeza invadiu meus pensamentos... um
pesar diante da dor dos familiares na hora da despedida... Ele era tão especial!
Apesar
de entender que – mais cedo ou mais tarde – nos reencontramos no Mundo
Invisível, contagiei-me com uma sensação desconfortável de vazio, de
inexplicável falta de algo...
Hoje
de manhã, ao acordar, senti-me grata por estar viva, alegre e cheia de planos
para um futuro promissor. Agradeci aos meus amigos espirituais por mais um dia
de experiências novas, de grandes possibilidades e realizações.
Viver
neste Planeta é tão bom! Vestir a roupagem atual, tentar cumprir nosso plano
reencarnatório e brilhar no palco desta vida é estimulante.
Por
isso, a morte, evento inexorável aos reencarnados, ainda nos surpreende,
incomoda e assusta...
Há
farto material disponível sobre a certeza dos benefícios advindos do retorno à
Pátria Espiritual. Mas ainda não internalizamos a mensagem... Falta-nos boa
vontade para captar os fundamentos dessas lições...
Quando
aprenderemos a tratar o tema de forma mais tranquila, para que não nos cause
tanta dor e surpresa? Joanna de Angelis, no livro Vida Feliz, através da
psicografia de Divaldo Franco, apresenta uma dica interessante e de fácil
aplicação:
“Vez que outra, dedica algum tempo para meditar a respeito da morte.
A morte arrebata os inimigos, os afetos, e te chegará num momento qualquer.
Prepara-te todo dia, como se ele fosse o teu último na Terra. Acostumando-te
a pensar na morte, ela não te ferirá quando passe pela tua porta ou conduza
alguém que te seja amado. São Francisco de Assis aguardava-a com a
tranquilidade com que “capinava o jardim”.
Ana Echevenguá.
Terapeuta Positiva.

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