Caminhando na praia, hoje, vi um peixe-espada agonizando. Pulava na areia, com dificuldade. Aproximei-me. Só havia a metade de seu corpo. A outra metade, do meio para o rabo, não estava ali.

Impossível ajudar! Impossível ajudá-lo! Pensei: seu espírito já foi, esse movimento é só do corpo, é mecânico, até que a energia finde.

Pra quem não sabe: animais também são espíritos.
Quantas vezes, nos meus atendimentos terapêuticos, encontro pessoas assim. Decepadas, arrasadas, destruídas, partidas ao meio. A dor é tanta que seus movimentos e ações são automáticos, mecânicos... até que a energia finde...

Mas, para essas pessoas, há luz no fundo do túnel. Há possibilidade de sentirem prazer novamente em habitar este planetinha lindo.

Provavelmente, sua dor é antiga, não começou ontem... Mas, eles podem iniciar um processo de reconstrução, de juntar os cacos, se quiserem. Porque, sem o querer, sem o poder da vontade, não acontece o milagre da cura que nada mais é do que uma autocura.

Uma boa técnica inicial é o Grounding (ou aterramento) mental), onde o atendido é levado amorosamente a focar no ‘aqui e agora’ e, assim, acalmar a sua mente.

Este tipo de Grounding ajuda a reduzir o estresse, a melhorar o sono, a diminuir dores e ansiedade, promovendo o bem-estar.

Ana Echevenguá. Terapeuta Positiva.

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