Devaneios (Ana
Therra)
Era noite, penumbra
excitante.
Tateei entre as
cobertas coloridas,
aquele corpo tão
atrativo...
Doce, terno, agradável,
como aperitivo dos deuses...
como água pura dos
riachos...
salutar como ar
gelado das manhãs de inverno...
Ah! com gestos e
movimentos tão criativos,
tão sensuais e sem
pressa,
aquele homem, aquele
deus, fez o tempo parar,
provocando uma
inebriante explosão dos sentimentos...
Se foi sonho ou se
aconteceu realmente,
não sei agora
dizer...
mas, assim como espero,
ansiosa e feliz, o sol nascer,
vou esperar o desejo
aflorar novamente...

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