Tem gente que acha que divórcio ou acordo judicial
precisa ser uma guerra campal sangrenta. Já vi profissionais incentivando o
cliente a 'acabar com a outra parte', a esconder bens ou a transformar qualquer
negociação num campo de batalha, alimentando um ódio que só desgasta a alma e
inflaciona os honorários.
Muitas dessas abordagens são vendidas como 'pulso firme'
ou 'advocacia combativa'.
Mas será que destruir o outro — e a si mesmo no processo
— é a única forma de resolver um conflito?
Vamos olhar para a realidade dos fatos e para o impacto
real disso na vida das pessoas.
Minha primeira preocupação com esse tipo de 'guerra
jurídica' é o impacto neurobiológico e emocional. O nosso sistema nervoso não
foi feito para viver em estado de luta ou fuga constante por anos enquanto um
processo se arrasta.
A psicologia e a mediação moderna mostram que acordos
construídos sob coesão e hostilidade crônica geram sequelas emocionais
profundas, inclusive nos filhos envolvidos.
Resolução real de conflitos não aparece na quantidade de
petições agressivas protocoladas, mas na forma como você consegue reorganizar a
sua vida, proteger o seu patrimônio e preservar sua dignidade.
É por isso que eu defendo uma advocacia humanizada, que
dialoga com terapias integrativas para cuidar de quem está passando pela
transição."
Antes de assinar qualquer contrato ou aceitar entrar em
uma briga judicial sem fim, faça três perguntas ao seu advogado(a):
- Essa
estratégia jurídica resolve o meu problema a longo prazo ou só alimenta o
conflito?
- Estamos
considerando os impactos emocionais e familiares dessa decisão?
- Existe
espaço para uma solução consensual ou energética (como um divórcio
integrativo) antes de judicializar tudo?
Se a resposta for 'não' para a segurança emocional do
processo, desconfie.
Enfim, se você está passando por uma transição difícil —
seja um divórcio, uma disputa contratual ou um momento de crise — e quer
resolver isso com responsabilidade jurídica e apoio terapêutico, eu posso te
ajudar.
Conheça o meu trabalho de assessoria jurídica humanizada
e terapias integrativas. Mande um e-mail para anaechevengua@gmail.com ou agende uma
conversa.
Ana Echevenguá. Advogada (OAB/RS 30.723 – OAB/SC 17.413-A)
& Pós-graduanda em Psicologia Positiva.
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