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Mostrando postagens de agosto, 2026
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  O Mindfulness na sua empresa é transformação ou apenas maquiagem corporativa? Na semana passada, em uma aula com a neurocientista e psicóloga Dra. Tamara Russell, uma provocação me fez pausar: hoje, o mindfulness no mercado de trabalho se tornou uma indústria. Ela tem razão! O ecossistema de bem-estar corporativo cresce a passos largos, impulsionado por aplicativos, palestras motivacionais e slogans de "trabalho com propósito". No entanto, quando descolamos a prática da sua ética e da Neurociência aplicada, corremos o risco de cair na armadilha do que a literatura crítica chama de McMindfulness ou Well-being Washing. Isso acontece quando usamos a meditação como uma tentativa de privatizar o estresse: em vez de revisar metas irrealistas, jornadas exaustivas ou culturas organizacionais tóxicas, a responsabilidade do esgotamento é transferida inteiramente para o indivíduo. A mensagem implícita se torna: "Respire fundo para aguentar mais um dia sem questionar a e...
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  Como a violência doméstica impacta o lado emocional das mulheres? 💜   A violência doméstica causa um impacto devastador e duradouro no lado emocional das mulheres, afetando profundamente sua saúde mental e seu bem-estar. A dor de conviver em um ambiente de medo e controle constante é uma fonte geradora de diversos transtornos físicos, psicológicos e emocionais. 🧠⚡   Entre as principais consequências, destacam-se:   💔 Baixa autoestima e sentimento de culpa: A violência — especialmente a psicológica, marcada por humilhações e insultos — faz com que a mulher se sinta inferior, incompetente e sem valor. Frequentemente, a vítima é levada a crer que é a responsável pelas agressões, desenvolvendo uma profunda vergonha.   🚨 Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Viver sob ameaça contínua coloca o sistema nervoso em estado de alerta permanente. O TEPT se manifesta por meio de flashbacks , pesadelos recorrentes, ansiedade severa, irritabilid...
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  O Dia em Que o Silêncio Mudou de Nome “Não digas nada! Não, nem a verdade! Há tanta suavidade Em nada se dizer E tudo se entender – Fernando Pessoa. Violeta sempre acreditou que o amor era feito de ruídos. Não os bons — risadas, conversas, música — mas os outros: portas batendo, passos que anunciavam tempestade, objetos arremessados com a força de quem não sabe usar palavras, dores no corpo após as agressões, cada vez mais violentas do marido. Era assim que ele falava. Era assim que ela aprendia a existir. Nos intervalos entre uma explosão dolorosa e outra, vinha o silêncio. Um silêncio mais doloroso e tão pesado que parecia empurrá-la para dentro de si mesma, como se a casa inteira a sufocasse. O silêncio era pior que os gritos, porque nele ela se sentia solitária e perdida. Um dia, ele se foi, ele morreu... Disseram que Violeta estava livre. Ela mesma repetiu isso algumas vezes, como quem tenta convencer o próprio corpo. Mas à noite, quando o vento atravessava a janela,...